Uma notícia engraçada. Uma gata dos EUA viajou até França dentro de um contentor de carga. Foi descoberta ao acaso e graças à coleira que trazia foi possível descobrir a sua casa. A dona pagou um bilhete de 1º classe para que o regresso fosse o mais confortável deste mundo.
Os jogos de pré - época servem para testar empíricamente determinadas tácticas, conhecer os jogadores, impôr métodos de trabalhos... enfim, aquecer motores para a nova época. Koeman não pensa bem assim. Quando veio para o Benfica confundiu jogos de pré - época com jogos oficiais. A prova disso foi andar a experimentar tácticas que deveriam ter ficado definidas logo na fase inicial. Com as experiências perdeu pontos desnecessariamente. Não quero tirar, como é óbvio, o mérito aos adversários. Mas há que salientar que o Benfica jogava sem fio de jogo. Outro erro, colossal diria, foi ter transmitido a imagem que o Benfica depende de um só jogador, leia - se Simão. Mais uma vez Koeman erra a não entender que uma equipa funciona como um todo. E não pode depender de um nicho de jogadores. Uma situação que faz lembrar aquelas épocas em que a palavra Benfica era sinónimo de João Vieira Pinto. Quantos troféus ganhou o clube da luz nessas épocas? Outro ponto bastante irritante é apontar o dedo à arbitragem quando os jogos não são materializados em vitórias. É fazer o papel de vítima. Apanágio nos treinadores locais, mas intolorável num técnivo estrangeiro.O bom treinador é aquele que com poucos recursos consegue ganhar. Mourinho não levou o União de Leiria ao 3º lugar do campeonato? Será que este plantel do Benfica não rende mais? Não quero cometer o erro tradicional de deitar as culpas ao treinador. Mas existem erros demasiado claros para permitir que este holandês permaneça à frente dos destinos do clube encarnado.
Poderíamos ter combinado... no mesmo sítio, à mesma hora, só não sabiamos quando. Mas foi hoje, assim como uma coincidência que afinal não foi, pois, estava marcado. Mas o efeito surpresa não se perdeu. É pena ter ficado como anteriormente. Mas tornámos a combinar no mesmo sitio, à mesma hora. Quando? É o que menos importa.