Hugo não é um compromisso comercial de Scorsese. Uma aventura pelo terreno do 3D onde a descarga de imagem cilindra qualquer tentativa de narrar uma história. Estamos antes na presença de um compromisso artítico do realizador de filmes como Alice Já Não Mora Aqui (1974) ou Tudo Bons Rapazes (1990). E como seria de esperar temos um filme que vive do equilíbrio da tecnologia proporcionada pelos computadores e a história de um rapaz que procura acabar a obra do seu falecido pai. A nossa personagem procura combater a adversidade através não só do trabalho, mas também pela preserverança. Pelo meio temos um revisitar dos primórdios do cinema. Ou não fosse Scorsese um estudioso do cinema. 3/5
"O carácter é como uma árvore e a reputação como a sua sombra. A sombra é aquilo que nós pensamos do carácter de alguém e a árvore é a coisa mesmo, the real thing".
27/02/12
Hugo - Martin Scorsese
Hugo não é um compromisso comercial de Scorsese. Uma aventura pelo terreno do 3D onde a descarga de imagem cilindra qualquer tentativa de narrar uma história. Estamos antes na presença de um compromisso artítico do realizador de filmes como Alice Já Não Mora Aqui (1974) ou Tudo Bons Rapazes (1990). E como seria de esperar temos um filme que vive do equilíbrio da tecnologia proporcionada pelos computadores e a história de um rapaz que procura acabar a obra do seu falecido pai. A nossa personagem procura combater a adversidade através não só do trabalho, mas também pela preserverança. Pelo meio temos um revisitar dos primórdios do cinema. Ou não fosse Scorsese um estudioso do cinema. 3/5
Como seria de esperar, o próximo número do suplemento cultural Ípsilon centra atenções naquela que é uma das estreias cinematográficas mais aguardadas do ano. O destaque para Shame é a prova que alguma da comunicação social do nosso país ainda se preocupa em destacar obras marginalizadas pelos canais mais comercias.
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