Humm, mais dois meses e estarei a concretizar um dos meus maiores desejos musicais: ver Depeche Mode ao vivo. A digressão mundial já arrancou nos EUA. Chega à Europa em Janeiro. A avaliar pelos alinhamentos utilizados nos EUA existe uma estrutura base que sofre apenas algumas alterações pontuais. Talvez quando chegarem ao continente europeu façam mudanças mais profundas. Aqui fica um alinhamento tipo para as cabecinhas mais curiosas.
Intro
A Pain That I’m Used To
Jonh The Revelator
A Question Of Time
Policy Of TruthPrecious
Walking In My Shoes
Suffer Well
Damaged People
Home
I Want It All
The Sinner In Me
I Feel You
Behind The Whell
World In My Eyes
Personal Jesus
Enjoy The Silence
http://www.depechemode.com/
Escolher aqueles que foram para mim os melhores álbuns do ano deveria subentender que ouvi tudo aquilo que foi produzido durante o ano musical. Isso é tarefa quase impossivel. Ouvi talvez 0,5% daquilo que saiu para o mercado. É com base nesses 0,5% que escolhi os álbuns que eu mais gostei de ouvir. Ou seja, o termo melhor aqui é sinónimo de gostar. Um sentimento, apenas. Nada mais. Tal como o nome do blog indica: subjectivo. - ILLINOISE - Sufjan Stevens
- ULISSES - Cristina Branco
- CHAVEZ RAVINE - Ry Cooder
- DEVILS & DUST - Bruce Springsteen
- BLINKING LIGHTS - Eels
- CRU - Seu Jorge
- X & Y - Coldplay
- SEGUNDO - Maria Rita
- PLAYING THE ANGEL - Depeche Mode
- SECRET MIGRATION - Mercury Rev
A Liga dos Campeões Europeus é provavelmente a prova desportiva mais cativante e importante do momento. Creio que até consegue superar o Mundial de selecções. O seu maior valor reside numa competividade cujo o desfecho é sempre incerto. Torna - se difícil apontar um vencedor antecipado, é mais seguro "jogar" com 4 ou 5 nomes. Na primeira fase, constituída por seis jogos, podemos ficar com uma ideia das equipas mais preparadas para abordar a tão ambicionada final. Nesta edição de 2005/06 a primeira fase já está completa. Dia 16 do presente mês saberemos os jogos que serão realizados em Fevereiro. Jogos de 2 mãos. A eliminar, portanto.Nos seis jogos disputados o Benfica apenas conseguiu algo de positivo no último. Muito pouco. Fraco, diria. Com excepção do jogo de 4º feira com o Manchester United, a equipa de Koeman jogou a medo. É sabido que um sentimento de medo reduz a facilidade de acção. Fez questão de sobreavaliar os seus adversários. Esquecendo os índices de competividade que marcam esta prova. Manda o bom senso jogar de igual para igual. A equipa da luz decidiu ser diferente. No final foi bafejada pela sorte. Por outras palvras, defrontou um MU moribundo, em fase de decadência. O único sector do Benfica que merece nota positiva nesse confronto é a defesa. O resto foi correr e fazer figas. É claro que os comentadores decidiram fazer desse jogo algo de memorável. Enfim, patetices. Quem viu o MU na 4º feira e a avaliar pelos 10 pontos (- 1 jogo) que tem de desvantagem em relação ao 1º classificado (Chelsea), entende a sua forma actual. Entende também o porquê da Vodafone abandonar o clube inglês dois anos antes do término do contrato. Já para não mencionar o ultimato da Nike que fez saber que caso não surjam resultados desiste de fornecer os equipamentos. Nenhuma marca quer estar associada a uma equipa que não ganha. Julgo que o MU necessita de uma restruturação da base até ao topo.