"Agora escrevem muita coisa boa, mas se perdemos claro que farão ao contrário. É por isso que como jogador de futebol ou como gestor, deve - se tentar estar sempre no meio. Deve pensar - se sempre que não se é tão bom quanto eles dizem quando ganhámos fora de casa à Alemanha por 5 - 1 e que não se é tão mau quanto eles dizem quando perdemos. Está - se sempre algures no meio."
Sven - Göran Eriksson
"O carácter é como uma árvore e a reputação como a sua sombra. A sombra é aquilo que nós pensamos do carácter de alguém e a árvore é a coisa mesmo, the real thing".
30/03/06
28/03/06
27/03/06
Irrelevâncias
Por aqui sentado esperando... Como uma figura infantil aguardando pela noite de Natal... Uma noite de surpresas únicas... Tal como a Primavera quando nascem as flores... Uma figura esperando perguntando se nasceu algo... Se vai nascer... Se já nasceu... E porquê... Abraçar a naturalidade... Despojado de expectativas... Ao sabor da naturalidade... Apreciar a sua beleza...
26/03/06
Incógnitas
Por vezes funciona como um murro no estômago. Pela incerteza relativamente ao palpável ou não de uma situação que não dominamos. Uma situação cujo o terreno é movediço. Provocando um conjunto de estados emocionais diversos. Quero voltar a pisar esse terreno. O mais depressa possivel.
24/03/06
23/03/06
21/03/06
Not About Love

De uma perspectiva musical é difícil justificar o porquê de só no início deste ano Extraordinary Machine ter chegado ao mercado europeu. Em finais de 2005 chegou ao EUA e só depois à Europa. A questão passa pelo seguinte: o álbum estava pronto em 2003. Porém, a editora não fez questão de editar um trabalho sem a miníma vertente comercial. Por outras palavras, a ausência de singles impediu a saída imediata do terceiro trabalho de Fiona Apple. A perspectiva económica levou de vencida a perspectiva artística. Pelo menos durante algum tempo. A pressão dos fâs da cantora contribuiu para que passado dois anos Extraordinary Machine tivesse o direito de ver a luz do dia. Relativamente ao conteúdo creio que é mais um excelente álbum a juntar aos dois anteriores. Na escrita continuamos a ser brindados com aquilo que de melhor se faz. Ora o que dizer da passagem in fact i can stop follow in love? É a prova de que com 28 anos é possivel escrever com uma direcção de quem vê a realidade de uma forma adulta. No que toca ao plano intrumental creio que é o álbum mais rico da cantora norte - americana. Em resumo: um belíssimo momento musical. Deverá ter lugar nos melhores discos do ano.
19/03/06
18/03/06
O fim de um ciclo
14/03/06
11/03/06
Na mesma tecla
Na edição do Público de ontem vem um artigo da jornalista Constança Cunha e Sá sobre o modelo de desenvolvimento para Portugal. Segundo a autora, a importação de modelos de desenvolvimento é um erro que os nossos governantes teimam em repetir. E dá o exemplo do fascínio que agora a Finlândia exerce sobre José Socrates. Depois da Irlanda temos a Finlândia. Na opinião da jornalista, o que falha neste raciocínio é a falta de pontos de contacto com esses países que servem de modelo. Desde da qualidade do ensino até à própria cultura. Passando por outros factores igualmente importantes. Logo, fica a ideia que continuamos a bater na mesma tecla. Os nossos governantes partem do velho e discutível pressuposto que o que vem do estrangeiro é que serve. Porque não criar um modelo a partir das nossas características geográficas, sociais e culturais?
08/03/06
06/03/06
Regresso

Após algumas audições do novo álbum dos Placebo existe um sentimento positivo perante o resultado final. A banda britância ainda é capaz de criar um conjunto de músicas dentro do razoável. Depois do fraquíssimo Sleeping With Ghosts (2003) ficou a sensação que a criatividade estava à beira do fim. Com Meds temos uns Placebos novamente interessantes. A agressividade musical suportada pelo rasgos de guitarra de Brian Molko quase desapareceu. Temos agora uns Placebo na fase adulta que fazem canções mais sóbrias e mais consistentes. Temas como Broken Promisse com Michael Stipe ou Drag são disso um exemplo. Mas apesar de tudo os fãs mais conservadores não ficaram esquecidos: Infra - Red, Post Blue deverão saciar os seus desejos.
Meds é editado a 13 de Março.
Estático
Alguns meses atrás escrevi sobre Ronald Koeman. Optei por uma opinião hostil relativamente ao trabalho do holandês. Apesar do clube da Luz continuar em todas as frentes não retrocedo nas criticas que fiz. Se analisarmos bem a equipa concluímos que tudo continua como no início: uma boa defesa a contrastar com a inexistência de um fio de jogo. A prova disso é a mudança constante dos jogadores. Criando uma situação de falta de entrosamento aberrante numa equipa disposta a lutar por todos os troféus em que está envolvida. Até quando a sorte vai continuar a sorrir ao treinador holandês? Se ganhar alguma prova continuará no clube?
02/03/06
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