Aceitar fazer o preâmbulo para um clássico do cinema incute sempre uma responsabilidade acrescida. E sob a batuta de Rupert Wyatt temos uma introdução bastante funcional do histórico Planeta dos Macacos (1968). Não só estabelece pontos de contacto para o passo seguinte como surge despido de artificialidades estéticas, criando assim um efeito de unidade em ambos os filmes.
César de seu nome, nasce num laboratório mas acaba por ser criado em casa de um investigador científico que procura uma cura para doenças degenerativas, como por exemplo alzheimar. Com o passar de tempo é perceptível que César tem capacidades muito avançadas para a sua espécie. E quando um dia ataca um humano é enviado para uma espécie de ZOO onde pela primeira vez contacta outros símios. E a partir daqui, sob o seu comando, dá-se a revolta. O final já todos sabemos, caso não façamos uma viagem até 1968.
