30/03/10

A actual temporada de 24 é mesmo a última. Jack Bauer vai para a reforma depois de 8 capítulos onde a acção e a adrenalina foram os pontos principais. De destacar o facto de nunca ter saturado. Apesar de uma ou outra temporada ter ficado pelo mediano. É uma daquelas séries que quando for falada no futuro nunca será apontada como pirosa. Trará sempre boas recordações.

Fonte: guardian.uk.com

27/03/10

Em escuta


26/03/10

Fonte: times.online

24/03/10


23/03/10

Deve ser da Primavera. O álbum She & Him Volume Two roda com uma insistência já há muito desaparecida. As músicas apresentam-se frescas. Deve ser da Primavera. Ou então é a voz de Zooey Deschanel e as suas letras que abordam a simplicidade do amor. A sonoridade remete-nos para aqueles ambientes pós-guerra onde se falava de paz e de esperança. Ou então deve ser da Primavera. O tema de abertura deixa-nos KO em 30 segundos. E se a morte passar por nós nesse momento partimos felizes.

22/03/10

Em escuta



Segundo a comunidade científica, já faz todo o sentido dar anti-depressivos aos cães. O olhar triste pode afinal ocultar um desvio psíquico que pode e deve ser curado. Anedota? Se não for é mais uma despesa para os donos que assim passam a dividir os comprimidos.
Fonte: timesonline

Alice... - Tim Burton

Mais uma prova de que a era 3D engole a narrativa. A imagem é tudo. E Tim Burton assimilou por completo esta regra. Restringiu ao máximo o espaço narrativo e apostou tudo nas personagens enquanto enfeites para os nossos olhos. É isso que interesse no final do filme. Abordar as cores, as roupas, os tiques dos intervenientes. E depois cada um escolhe a sua. De evitar? Não, principalmente para aqueles que nutrem, como eu, uma simpatia especial pela bela Alice. A sua pureza, a sua relação de inocência com o desenrolar dos acontecimentos. Mas esperamos que Tim Burton volte ao seu mundo onde a imagem anda de mãos dadas com a vertente textual.

Nota: Alice fica mais bonita quando retiramos os óculos.

21/03/10

E já lá vão 20 anos desde da estreia de Twin Peaks. Série televisiva em que David Linch realizou alguns episódios. O erro, quanto a mim, foi esticar demasiado um enrendo que já estava esgotado. Uma herança infelizmente deixada para muitas séries vindouras.

20/03/10

Antes do lançamento de mais um álbum de originais, a banda de Braga decidiu brindar os seus fãs com uma caixa onde podemos encontrar os seguintes trabalhos:
  • Mão Morta
  • Corações Felpudos
  • O.D., Rainha do Rock & Crawl
  • Mutante S.21

Não esquecer que falamos de discos muito difíceis de encontrar. Alguns desde de há muito esgotados. A não perder, ainda para mais em formato digipack.


Fonte: Time

O designado Quarteto para o Médio Oriente estabeleceu como meta a criação de um Estado palestiniano em 2012. Não deixa de ser curioso que ao mesmo tempo Israel anuncia a construção de mais colonatos em Jerusalém e a inauguração de uma sinagoga perto de uma mesquita. Vem nos livros que a negociação só arranca quando existe uma base de entendimento.

17/03/10

Em escuta


O que escrever quando não há nada para escrever? O frio está quase a desaparecer mas o trabalho reduz cada vez mais o tempo que temos para dedicarmos às nossas actividades. E depois nada sai para escrever ou comentar.

15/03/10

Em escuta


A moda morre nova. É isso que torna grave a sua leviandade.

Jean Cocteau

14/03/10

Jane Leigh in Psycho

13/03/10

Fonte: Time

Em leitura

E quando a empresa onde prestamos os nossos serviços nos oferece um livro que parece um manual de sobrevivência profissional percebemos que estamos no sítio certo.

08/03/10

Em escuta


Hollywood não compactuou com a moda Avatar e atribuiu-lhe apenas óscares técnicos. Nada mais. Uma justiça que permite refrear esse comportamento irracional de quem apontou o filme de James Cameron como uma obra-prima. E mesmo o futuro do cinema. Uma anedota só ao alcance daqueles que se ficam apenas pelo conceito visual. A vitória de Estado de Guerra é um convite aos realizadores que podem e devem optar por obras cujo o conteúdo narrativo é o elemento principal. Os aficionados do cinema agradecem.

07/03/10

Este país te mata lentamente.
País que tu chamaste e não responde.
País que tu nomeias e não nasce.

Sophia de Mello Breyner Andresen
Os Mão Morta comemoram 25 anos de carreira este ano. E para celebrar nada melhor do que um novo trabalho. Já é possível ouvir o single de apresentação Novelos de Paixão. A direcção assumida parece ser uma continuação dos ambientes de Nus.

06/03/10

Os Óscares são o combustível para os filmes vencedores renderem mais alguns milhões nas bilheteiras. Embora de quando em quando até se atribui o prémio pela qualidade da obra. A única curiosidade para este ano é saber o que Hollywood vai fazer em relação ao filme de Tarantino. Se for um ano diferente, ênfase na qualidade, será que Inglourious Basterds vai vergar a linha dos júris mais conservadores?

Foto: wired.com

O Mensageiro - Oren Moverman

A guerra no Iraque, era Bush filho, continua a ser alvo de atenções por parte da indústria cinematográfica. E neste capítulo voltamos a ter um filme que não questiona a guerra. Tal como em Estado de Guerra, não interessa analisar os factores motivadores do conflito. Mas sim os seus efeitos. E é aqui precisamente que entram as nossas duas personagens. A sua missão passa por informar os familiares da morte do seu ente querido. E, para acompanhar o nível da crueza da realidade, têm que ser céleres e fazer chegar a informação primeiro que as cadeias de notícias, mails e afins. A reacção dos visados não é uniforme como seria de esperar. Uma missão quase tão dura em termos emocionais como estar no campo de batalha.
Um Homem Singular de Tom Ford é demasiado bom. Situação essa irrefutável. George (Colin Firth) é uma personagem fortíssima capaz de ombrear com Daniel Plainview em termos de simbolismo. Mais concretamente, a condensação de valores e de personalidade em si. O que representa George? Qual a sua realidade? George representa a complexidade do ser humano despido de uma realidade de afecto e de erotismo. Outrora essa realidade existia através do seu companheiro que faleceu num trágico acidente. E a partir desse momento vive o presente e projecta o seu futuro com base no passado. A indiferença passa a ser o seu dogma. A inexistência de descarga emocional acelera o processo de deterioração psicológica. E acima de tuda a sua incapacidade de desidealizar um passado irrecuperável. A prisão face à nostalogia confere um cenário pessimista.
No fundo, uma personagem que merece ser estudada e discutida. Mas numa era das 3 dimensões e da comédia fácil, George será ignorado.

05/03/10


O tempo está uma merda. Não me deveria queixar. Levando em conta o que tem acontecido um pouco por todo o mundo. Mas esta chuva contínua não favorece nada o estado de espírito.

01/03/10

Em escuta